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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Reflexões Sobre o Salmo 126


               O povo de Deus havia sido levado ao cativeiro e tirado à força da terra que o Senhor havia prometido a Abraão. Os israelitas eram peregrinos em um império estrangeiro por décadas. Sem sombra de dúvida, muitos haviam abandonado a esperança de em algum momento retornar à sua terra amada. Certamente eles se perguntavam se Deus havia esquecido ou abandonado Seu povo na nação de seus inimigos.

               Então, inesperadamente, eles recebem a notícia de que eles estavam sendo restaurados a Sião. A notícia era boa demais para ser verdade. Era como se eles estivessem sonhando! Eles estavam repletos de risos e gritos de alegria. Deus havia se lembrado de Sua promessa e iria restaurar Seu povo. Assim como o Senhor havia resgatado o povo do cativeiro no Egito, este segundo êxodo iria resgatá-los do exílio e restaurá-los para a terra da promessa.

               Uma vez mais, as nações perceberam as grandes coisas que Deus estava fazendo para Seu povo, Israel. Deus estava se movendo em favor dos israelitas e o mundo estava admirado. Como reconhecimento disso, Israel se regozijou com a bondade e a bênção de Deus, mas seu regozijo logo chegaria ao fim.

               Quando o remanescente do povo retornou para Sião, não encontrou a terra prometida que esperava. Quando a nação de Israel havia entrado na terra pela primeira vez, recebeu cidades que não havia construído e vinhas que não havia plantado (Josué 24:13) Entretanto, os que retornaram do exílio encontraram Jerusalém em ruínas e o povo passou fome. Assim, eles clamaram para que Deus restaurasse sua sorte.

               O povo, mais uma vez, é encorajado a confiar no Senhor. Embora haja fome, os israelitas semearão suas sementes em lágrimas, confiando que segarão com gritos de alegria! O Senhor abençoará e eles terão uma colheita farta, trazendo consigo os seus molhos.  A experiência deles fora de tristeza e dificuldade; contudo, ao confiarem no Senhor, eles ficam felizes e contentes. Em Cristo, podemos viver na tensão da dura realidade de nossas circunstâncias enquanto nos regozijamos por causa de nossa confiança nEle.

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